Relatório sobre visita ao Museu Rainha D. Leonor



  No passado dia 27 de Outubro de 2010 fizemos uma visita ao Museu Regional de Beja (Museu Rainha D. Leonor), a turma do 12º F e a do 12º G.
  Fomos recebidos pelas 11:30h no museu pelo Dr. Leonel António Borrela, um artista de expressão plástica da região, que nos explicou tudo sobre o museu e nos fez uma visita guiada por ele.


  O Museu Rainha Dona Leonor ou Museu Regional de Beja é um museu em Beja, Portugal, instalado no Convento da Conceição. O Convento foi fundado em 1459, pelo Infante D. Fernando, irmão de D. Afonso V, e por sua mulher, a Infanta D. Beatriz. Este convento era bastante amplo, mas muito tempo depois sofreu a demolição de uma parte.
Hoje o museu tem vários espaços principais para visitar: o Coro Baixo, a Igreja, a Sala dos Brasões, as 4 quadras (Corredores) do Claustro, as 2 saletas e as 3 salas com bonitas pinturas, a Sala do Capítulo (incluindo o pequeno oratório no fundo da sala que interrompe o único corredor de comunicação entre as salas que têm pinturas).

MUSEU
  No museu começamos por ver a parte exterior do museu e o Dr. Leonel explicou-nos como eram construídos os capiteis antigamente e algumas peças que se encontravam fora do museu.
  Ele também nos guiou por dentro do museu, explicou-nos o que era o renascimento e visitamos a capela-mor ornamentada a talha dourada, da qual fazem parte o majestoso trono, as colunas salomónicas e a abobada de berço.
  Este museu tem património arqueológico dos períodos romano e Árabe entre outros, reúne também pintura portuguesa referente ao período entre os século XV e XVIII; cerâmica; azulejaria; numismática; ourivesaria; escultura e arte sacra. No segundo andar que não tivemos tempo de visitar podiamos encontrar a colecção de Fernando Nunes Ribeiro que dedicou parte da sua vida à recolha de artefactos da Idade do Ferro e da Civilização Romana.
Do lado do Evangelho avulta o túmulo em mármore de D. Fernando e seu filho D. Diogo, e observam-se três painéis de azulejos portugueses datados de 1741, representando cenas do nascimento, vida e morte de S. João Baptista. Era pelo lado do Evangelho (em obediência às regras da ordem franciscana), que se fazia a entrada na Igreja, através de um portal gótico flamejante. 

Na quadra de  S. João Baptista as paredes encontram-se ornamentadas por azulejos portugueses do século XVII, onde predominam os motivos vegetalistas (maçaroca de milho, etc.), e pequenos painéis encaixilhados, a avulso, dedicados a S. João Baptista. Na quadra pode observar-se a capela de S. João Baptista, de tradição clássico maneirista, datada de 1614. Do lado direito encontram-se as capelas de S. Francisco de Assis e de Nossa Senhora do Desterro, obra maneirista datada de 1567.





CONCLUSÃO
  A conclusão que tiro desta visita foi que ficamos a aprender mais sobre o museu de Beja, contactamos com o património da região e acabamos por aprender mais sobre a arte daquela altura.
  Penso que foi uma boa visita pois ficamos a aprender muito mais sobre a arte daquela altura.